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04 de Julho 2024
Plataformas de venda online: uma porta de entrada no e-commerce

Artigo AICEP

Que tipos de plataformas de e-commerce existem e como escolher a mais indicada para o seu negócio? Conheça ainda alguns exemplos destas plataformas.

Se a sua empresa está pronta para avançar para o mundo digital, recorrer às plataformas de venda online ajuda a resolver uma das principais necessidades: criar uma loja que consiga cativar e proporcionar uma boa experiência de compras aos consumidores.

Há várias plataformas de e-commerce que cumprem essa função de ajudar na transição do offline para o online, garantindo uma série de funcionalidades úteis para comerciantes e clientes. O que oferecem e como escolher a mais adequada?

O que são plataformas de venda online?

Quando as empresas ponderam criar uma loja online têm três opções: desenvolver internamente a loja virtual, contratar uma empresa especializada em websites ou usar softwares criados especificamente para esse efeito. A última solução passa pelas plataformas de comércio eletrónico, que possuem os recursos necessários para que possa começar a vender na internet.

As plataformas de venda online oferecem funcionalidades como carrinho de compras, processamento de pagamentos, gestão de inventários, logística de envio, e ferramentas de marketing. Ou seja, praticamente tudo o que é necessário para que uma empresa ou marca entre no e-commerce. 

Tipos de plataformas de e-commerce

Os marketplaces das Redes Sociais são funcionalidades de compras online integradas nas próprias plataformas de Redes Sociais. O Facebook Shops e o Instagram Shopping são dois exemplos de social media marketplaces. Funcionam como montras online, que permitem que os utilizadores conheçam a marca e possam fazer compras, sem deixar a Rede Social para entrar numa loja online. 

Há ainda as soluções SaaS (software as a service), em que, mediante uma subscrição, terá acesso a softwares e aplicações, sem que seja necessário instalar ou manter o software localmente. Assim, com apenas um software alojado em nuvem, é possível gerir stocks, pagamentos e outros recursos.  

As plataformas licenciadas são criadas por empresas de software, mas têm um preço elevado e, por isso, podem não ser acessíveis a negócios de menor dimensão.

As plataformas de código aberto – que são as que apresentamos neste artigo –  estão disponíveis na internet, podendo ser descarregadas, geralmente sem custos. Dentro desta categoria estão plataformas com código totalmente aberto (por exemplo, a Magento) e outras que permitem instalar módulos dentro de um site que permite vendas, como o WooCommerce.

Exemplos de plataformas de e-commerce

Há várias plataformas de código aberto que permitem criar lojas online e, apesar de algumas diferenças, muitas apresentam as mesmas funcionalidades. Damos a conhecer alguns exemplos.

1. Magento 

A Magento é a versão mais simples da plataforma que pertence à Adobe. Tem todos os recursos essenciais para criar e gerir uma loja online e soluções adequadas tanto para empresas que estão a entrar no e-commerce como para desenvolvedores com conhecimentos mais avançados.

O objetivo é simplificar todos os processos relacionados com o comércio eletrónico sem que as empresas tenham de fazer um investimento significativo.

2. Woocommerce

Esta Woocommerce está disponível para empresas que tenham um site WordPress e que pretendam usá-lo para criar a sua loja online. O plugin de e-commerce é gratuito e, ao instalá-lo obtém acesso a extensões para acrescentar recursos como ferramentas de marketing ou pagamentos.

É uma plataforma que oferece muitas possibilidades de personalização, acessível a empresas de qualquer dimensão.  

3. Shopify

A Shopify é outra plataforma de venda online bastante usada quando o objetivo é criar de raiz uma loja online, mas permite a migração do site a partir de outra plataforma. Oferece uma grande variedade de modelos de design que podem ser personalizáveis, bem como a integração com várias formas de pagamento e opções de envio.

Dispõe ainda de ferramentas de marketing e de um marketplace com ferramentas facilmente integráveis na sua loja online. O custo e as taxas cobradas nas transações podem constituir um obstáculo para as empresas de menor dimensão.

4. Wix

A Wix, por sua vez, é uma plataforma de criação de sites que também tem modelos para serem usados em lojas online. Além de recursos como a gestão de inventário, processamento de pagamentos e criação de promoções, permite fazer a otimização do site para dispositivos móveis.

A facilidade de utilização é uma das vantagens da plataforma Wix. Apesar de ser possível aceder a várias ferramentas de criação e gestão de forma gratuita, a plataforma também tem planos premium que oferecem outros tipos de funcionalidades. 

Como escolher uma plataforma de venda online?

A escolha da plataforma de e-commerce mais indicada para a sua empresa depende de fatores como os objetivos, necessidades e orçamento. A etapa de desenvolvimento em termos de comércio eletrónico – se está a entrar no e-commerce ou se já tem experiência em vendas online – também é um fator a ter em conta.

Para decidir entre as diversas opções disponíveis deve avaliar aspetos como o custo, percebendo se terá de pagar comissões sobre as vendas ou uma subscrição mensal e qual o valor.

A disponibilização de apoio técnico é outro ponto que deve considerar, porque é provável que venha a precisar de esclarecer dúvidas ou resolver eventuais problemas.

O nível de personalização oferecido, o tipo de aplicações integradas (deve privilegiar a qualidade e não a quantidade), a forma de alojamento (servidor próprio ou hospedagem na plataforma), a facilidade de utilização e a cibersegurança também devem ser avaliados para perceber se as soluções oferecidas vão ao encontro do que pretende.

Que funcionalidades são importantes?

Há um conjunto de funcionalidades essenciais para o comércio eletrónico que devem estar presentes na plataforma de venda online que escolher. Geralmente todas têm recursos como gestão de inventários, processamento de pagamentos e relatório de vendas. Mas há outras que podem ser úteis. Eis alguns exemplos:

  • Tradução do conteúdo da loja online (essencial se pretende vender para outros mercados);
  • Funcionalidades para criar promoções e descontos;
  • Possibilidade de integrar vários meios de pagamento;
  • Opções para processamento de envios;
  • Possibilidade de definir categorias de produtos e de incluir informações detalhadas na página de cada produto.

O que é preciso para exportar via e-commerce?

O primeiro passo é perceber se a sua empresa está realmente pronta para o mundo digital. O diagnóstico de e-commerce da AICEP ajuda a clarificar este ponto, apresentando soluções e recomendações para que o processo decorra da melhor forma.

Se vai usar o comércio eletrónico para alcançar mercados internacionais, é ainda mais importante procurar, junto da AICEP, as informações e o apoio necessários para dar este passo.

Registe-se na MY AICEP, esclareça todas as dúvidas e conheça as oportunidades para o seu negócio.

 

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