Digitalização
Fonte(s): IMD World Competitiveness Ranking, 2024Português
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Conheça a maturidade digital, as estatísticas de compras online e o perfil do consumidor em e-commerce neste mercado.
O Brasil é um país com razoável nível de competitividade digital e uma adoção digital propensa ao e-commerce. Apesar de registar uma penetração da internet abaixo da média da América do Sul, segundo o Statista (outras fontes, por exemplo o DataReportal, apontam para o inverso), conta com um número elevado de utilizadores, devendo superar os 180 milhões em 2028 e apresenta um bom nível de inclusão da internet, com conteúdo muito relevante em português do Brasil. A utilização de smartphones está massificada, bastante acima da média regional, e deverá, em 2028, atingir e manter-se no nível máximo (97,0%), o que potencia muito o comércio eletrónico, em especial o m-commerce.
(02/2025)
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57 / 67
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161,5 milhões
Utilizadores de internet
Fonte(s): Statista Digital Market Outlook, 2024 -
74,2 %
Taxa de penetração de internet
Fonte(s): Statista Digital Market Outlook, 2024 -
78,2 %
Taxa de penetração de smartphones
Fonte(s): Statista Digital Market Outlook, 2024
O Brasil é um mercado razoavelmente atrativo e com elevado potencial em termos de e-commerce. As compras online deverão continuar a crescer, em todas as categorias e em termos globais, a um ritmo muito elevado e superior ao crescimento médio da América do Sul. O número de e-consumidores deverá aumentar quase 40 milhões de 2025 a 2029 e o consumo médio online deverá tornar-se mais significativo. Apesar de bem disseminado, o e-commerce ainda representa uma percentagem reduzida de todo o comércio B2C, o que revela a elevada margem de crescimento do e-mercado.
(02/2025)
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128,3 milhões
Compradores online
Fonte(s): Statista Digital Market Outlook, 2024 -
69,6 %
Compradores online no total da população
Fonte(s): Statista Digital Market Outlook, 2024
Prevê-se que as compras online dos brasileiros aumentem de 34,7 mil milhões de USD em 2021 para 48,6 mil milhões de USD em 2025, apresentando um crescimento médio anual de 8,7%. Em 2029, as compras de e-commerce dos brasileiros deverão aproximar-se dos 71,4 mil milhões de USD, o que representa um crescimento médio anual de 10,1% desde 2025.
Antecipa-se que, em 2025, as principais categorias de compras online sejam: Eletrónica (16,1 mil milhões de USD), Moda (8,5 mil milhões de USD) e Alimentação (6,0 mil milhões de USD). Para 2029, projeta-se um cenário semelhante, destacando-se a categoria de Eletrónica (24,1 mil milhões de USD), Moda (13,1 mil milhões de USD) e Beleza e cuidados pessoais (8,5 mil milhões de USD).

Fonte: Statista, outubro 2024
(02/2025)
Prevê-se que o gasto médio anual dos brasileiros em compras online seja de 350 USD em 2025 e que aumente a um ritmo médio anual de 4,7% até 2029, ultrapassando os 400 USD. Em 2024, o consumo online dos brasileiros foi de 322 USD, valor bastante inferior à despesa média online mundial (1 620 USD), mas próximo, ainda que inferior, da média regional (466 USD).
Em 2029, prevê-se que o consumo médio online seja de 402 USD, permanecendo inferior à média mundial (1 803 USD) e à média regional (560 USD). Estes valores globais encerram em si diferentes padrões de consumo conforme cada e-mercado.

Fonte: statista, outubro 2024
(02/2025)
Os brasileiros utilizam sobretudo o telemóvel e o computador portátil para compras online. Os e-consumidores concentram-se na faixa entre os 25 e os 44 anos (53%), e 36% pertence ao escalão elevado de rendimentos, ligeiramente acima do escalão médio e do mais baixo (ambos com 32%). As mulheres compram menos do que os homens (47% versus 53%).
Além disso, o e-consumidor brasileiro:
- Pesquisa sobre produtos e serviços antes de os adquirir, valorizando as reviews de outros utilizadores e as recomendações dos influenciadores digitais;
- Utiliza cada vez mais o smartphone no seu dia a dia e sente confiança para fazer compras através desse meio;
- É altamente motivado por descontos e promoções, procurando constantemente por oportunidades online;
- Gosta de adquirir produtos em marketplaces, valorizando a maior diversidade e amplitude da oferta;
- Recorre mais ao e-commerce doméstico, por causa da língua e por temer as taxas alfandegárias;
- Tem uma perceção favorável dos produtos importados: dos países ocidentais associando o seu consumo a status e poder de compra e dos países orientais ao benefício de preço;
- Adora as redes sociais e sente-se muito à vontade a fazer compras online através do Instagram ou Facebook;
- Deseja que as marcas produzam conteúdos de entretenimento e espera relacionar-se diretamente com elas nas redes sociais;
- Prefere comunicar de uma forma ágil e rápida, por isso utiliza o WhatsApp e as redes sociais para comunicar com as marcas/empresas;
- Está habituado a um marketing agressivo e a múltiplos estímulos promocionais, pelo que tende a desistir facilmente se não for incentivado ao longo do processo de compra;
- Interessa-se por produtos relacionados com a beleza, cuidado pessoal, saúde e fitness;
- Prefere as entregas ao domicílio com horário programado e é incentivado por entregas grátis;
- É um forte adepto das compras a prestações, esperando poder pagar através de cartão de crédito ou boleto bancário;
- Prefere a solução de pagamento local Pix, quando opta por pagar a pronto.
Fonte(s): ICEX, DataReportal, ITA, Mídia Market, Ecommerce Brasil, CNI, NIQ
(02/2025)
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