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28 de Dezembro 2022

Robotização industrial e novas soluções na Economia do Mar

AICEP

A robotização industrial responde a várias necessidades das empresas ligadas ao mar, desde a identificação dos melhores locais de pesca à alimentação dos peixes nos seus viveiros, passando pela automatização de infraestruturas portuárias. A relação das novas gerações com a economia do mar tem vindo a ser repensada no sentido de reduzir o impacto ambiental das embarcações e de preservar os oceanos. Estas tendências estão em destaque nos relatórios Robotização Industrial na Economia do Mar e Novas Soluções na Economia do Mar que a AICEP acaba de publicar na MY AICEP.

A utilização de robots industriais em atividades económicas como a pesca, aquicultura, portos e transportes marítimos ou construção e reparação naval é analisada no digest sobre robotização industrial associada ao mar. No Porto de Roterdão, por exemplo, estão a ser desenvolvidas soluções de robotização para tornar a atividade portuária mais sustentável. Aos já habituais guindastes e gruas automatizados juntou-se um projeto de distribuição de bens com recurso a barcaças elétricas automatizadas, o Port-Liner. Outros destaques são os da empresa israelita Colors Farm - onde os peixes são alimentados por um sistema robotizado que define a frequência, a quantidade e o tipo de alimentação de cada um - e da Samherji, uma das maiores empresas islandesas na área das pescas, na qual a robotização tornou possível a disponibilização do peixe para distribuição apenas uma hora depois deste entrar na fábrica.

No digest sobre Novas Soluções na Economia do Mar é salientado que para a Geração Z, jovens nascidos entre 1990 e 2010, o aquecimento global é a principal preocupação, o que não poderá deixar de se refletir na atuação das empresas ligadas ao mar. Uma economia azul sustentável será também fundamental para o cumprimento dos objetivos do Pacto Ecológico Europeu.

Como exemplos de sucesso são referidos os casos da empresa marroquina de conservas de peixe Cumarex, que concretizou diversos investimentos para tornar a sua produção mais sustentável, como a utilização dos resíduos de peixe para produzir farinha, bem como o caso do Distrito de Produção de Pesca criado na região siciliana para melhorar a colaboração e a sustentabilidade no setor de pesca artesanal. São também apresentados os exemplos do projeto Tnagem, na Tunísia, para impulsionar a pesca artesanal, e da Eco Wave Power, que aposta na energia das ondas e desenvolveu tecnologias capazes de produzir grandes quantidades de energia renovável de uma forma acessível e sem emissões prejudiciais ao ambiente.

Integradas no projeto Tendências em Gestão e Marketing Internacional, desenvolvido em colaboração com o FutureCast Lab do ISCTE-IUL, estes relatórios podem ser consultados em MY AICEP.

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