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Campo Obrigatório
05 de Dezembro 2022

Qual o impacto do teletrabalho e redes sociais no setor TIC?

FutureCast Lab do ISCTE/AICEP

TIC

O teletrabalho tornou-se uma tendência incontornável durante a pandemia e, paralelamente, as empresas têm vindo a apostar cada vez mais no desenvolvimento de uma estratégia para as redes sociais. A AICEP, em colaboração com o FutureCast Lab do ISCTE, analisou estas duas tendências no setor das TIC e acaba de publicar dois relatórios que ajudam as empresas a identificar o impacto destas mudanças e a forma como estas podem contribuir para o desenvolvimento dos seus negócios.

As duas análises estão já disponíveis -Teletrabalho e Soft Managing nas empresas de TIC e Otimização dos Social Media nas Empresas de TIC - e integram o projeto Tendências em Gestão e Marketing Internacional cujo objetivo é identificar as principais tendências internacionais que podem tornar as empresas exportadoras mais competitivas.

No primeiro relatório é feito um enquadramento do conceito de teletrabalho e das mudanças provocadas pela pandemia, sendo também antecipadas algumas trajetórias possíveis de evolução. Mesmo antes da pandemia, em 2018, o setor das TIC já registava a maior percentagem de trabalhadores habitualmente em teletrabalho, cerca de 11%, sendo que mais de 40% recorria pontualmente ao trabalho a partir de casa. Com a pandemia estas percentagens aumentaram e prevê-se que o teletrabalho exija agora novas formas de gestão e liderança, baseadas em resultados, e uma maior flexibilidade e adaptação.

Os casos das empresas tecnológicas SAP, Concentrix, Salesforce e Immersis, destacados nesta análise, ilustram diferentes formas de recorrer ao teletrabalho e de aumentar a motivação e criatividade das equipas. São ainda abordadas as vantagens e desvantagens do teletrabalho, tanto para as empresas como para os funcionários, e a sua repercussão na gestão e no marketing.

Quanto à otimização dos social media nas empresas deste setor analisa-se a forma como as redes sociais podem promover o negócio B2B. Aborda-se a importância de escolher cuidadosamente as redes sociais nas quais se está presente e a definição de uma estratégia específica e são apresentados os casos das empresas tecnológicas Kofax, Scope AR, Cisco e Outsystems.

Tendo em conta que cerca de 150 milhões de empresas estão presentes em plataformas da Meta (Facebook, Instagram. Messenger e WhatsApp), esta análise pretende aprofundar a reflexão sobre a presença dos agentes económicos nas redes sociais de modo a que possam aproveitar as oportunidades que estas oferecem para a construção da notoriedade da marca, a melhoria do serviço de apoio ao cliente, o crescimento do tráfego e das vendas e a criação de uma comunidade em torno da empresa.

Para aceder aos relatórios completos, registe-se ou inicie a sessão na área de cliente MY AICEP.

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