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Campo Obrigatório
09 de Agosto 2022

Portugal surpreendeu as empresas e as autoridades alemãs

AICEP

O Ministério da Economia foi, desde o início desta missão, um forte apoiante da participação de Portugal como país-parceiro na feira de Hannover. A crise pandémica levou ao adiamento desta participação e condicionou a participação de muitos países de outras geografias habitualmente presentes nesta grande feira de tecnologia industrial, mas o balanço final da edição de 2022 da Hannover Messe é claramente positivo para Portugal e para as empresas portuguesas.

O ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, faz, em entrevista, o balanço desta participação  e aponta as capacidades de Portugal nas transições energética e digital.

Tendo estado presente em várias cerimónias e eventos desta edição da Hannover Messe, como avalia globalmente esta participação de Portugal como país-parceiro?

A participação de Portugal como país-parceiro na Feira de Hannover, que é a maior feira industrial do mundo, foi excelente. A presença de 109 empresas portuguesas de setores relevantes da indústria nacional, e a qualidade das empresas, dos produtos, tecnologias e serviços apresentados mudou a perceção sobre a economia portuguesa na Alemanha, surpreendeu muitas empresas e gestores alemães e o próprio governo alemão. O Chanceler Olaf Scholz, numa fórmula feliz, disse que Portugal combina o “Smarthpone com o surf” e que Portugal é um epicentro europeu de start-ups e inovação. O volume de contactos estabelecidos pelas empresas portuguesas, a diversidade de contactos com empresas, gestores e investidores, a forte marca do país associada à inovação, à criatividade e à capacidade de apresentar soluções industriais, tecnológicas e software, abrem caminhos para o futuro. A isto acresce o que me foi transmitido pelo Presidente das Câmaras de Comércio e Indústria alemãs, no fim do painel em que participamos, sobre o facto de um inquérito feito às empresas alemãs que operam nos mercados da Ásia e Leste da Europa e que estão a pensar relocalizarem-se na Europa Ocidental. Convidei-o a vir a Portugal, o que ocorreu no início de julho, para discutirmos como Portugal, onde já operam cerca de 600 empresas alemãs, pode receber alguns dos projetos de relocalização na Europa, reforçando a cooperação com o tecido empresarial português e aumentando o investimento em Portugal.

Leia a entrevista na íntegra.

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