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15 de Março 2022

Portugal em destaque no maior jornal Finlandês

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O jornal mais famoso da Finlândia, o Helsingin Sanomat, escreveu recentemente um artigo com rasgados elogios ao extraordinário ambiente e condições únicas oferecidas por Lisboa para a localização e crescimento de startups.

Ikko Niemelä, CEO da Cyber Intelligence House, confessou, a partir da sua casa no Estoril, que Lisboa é o novo Silicon Valley.

São vastas as razões pelas quais o afirma, numa primeira fase, comparando o clima da capital à Califórnia, realçando a enorme cultura gastronómica, enaltecendo as iniciativas dos Golden Visa e os pacotes estruturais de impostos menos agressivos, que atrai pessoas como ele a fixarem-se em Portugal, assim como investidores e empreendedores.

Enalteceu ainda o facto de Portugal ter historicamente um amplo carácter intercultural e internacional, bem como a capacidade dos seus habitantes falarem na sua maioria inglês fluentemente, ao contrário dos seus vizinhos, Espanha e França.

Ilkko acredita que Portugal está numa fase de crescimento exponencial tecnológico, querendo atrair conhecimento, rede de contactos e investimento internacional nesta matéria.

Ricardo Marvão, CEO da Accelerator Beta-in, foi o primeiro criador de um programa de aceleração em Portugal, no ano de 2011. Ele apontou a importância estratégica que adveio da transição da Web Summit de Dublin para Lisboa, ainda que a fatura a pagar seja muito elevada, acredita que o retorno será indubitavelmente superior.

Existem sete unicórnios em Portugal, exatamente o mesmo número que na Finlândia e o novo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, a par do seu conselheiro para inovação, Lourenço Jardim, confirmaram a intenção de construir um centro de desenvolvimento de unicórnios em Portugal, tendo como objetivo, criar no coração da cidade, o maior centro de inovação tecnológica da Europa.

Nuno Sebastião, CEO da multimilionária empresa Feedzai, foi o escolhido para liderar o projeto, Jardim, afirmou que: “Unicórnios guiam unicórnios”.

Mike Sigal, investidor em capitais privados e sócio em mais de 500 startups, trocou recentemente Silicon Valley por Portugal e realçou a semelhança entre Portugal e São Francisco nos anos oitenta.

Linda Avey, fundadora da empresa de pesquisa genética 23andMe, também se mudou recentemente para Portugal, após um período em Silicon Valley e posteriormente outro em Austin, encontrou em Portugal aquilo que a própria considerou ser: “um ambiente de energia e multiculturismo” que contrastam com a apatia que se regista em Silicon Valley, provocado pela “falta de igualdade, inflação, inquietação social e uma possível reeleição de Trump.”

O nível de educação e talento em engenharias e matemáticas é espantoso, e não é por mero acaso que a Google tem 3300 trabalhadores em Portugal e a Nokia 2200, com intenções de crescimento.

Joaquim Sérvulo Rodrigues, da Armilar Venture Partners SCR, revelou que a fixação destas empresas em Portugal começa a ser mesmo uma tendência, “criar uma empresa multimilionária custa entre 400 a 500 milhões, em Portugal, com a alavancagem do nível de preços e salários mais baixos, pode custar menos de 40 milhões”

Sebastião Queiroz e Mello, CEO da Lisbon Tech Guide, apontou o facto de Portugal ser dos poucos países que não taxam as criptomoedas e que o Governo tenha estabelecido um fundo de 200 milhões que se destina ao apoio das startups.

Por fim, o jornal realça que Portugal está interessado em muito mais do que o negócio no seu sentido restrito, sendo vários, os testemunhos de personalidades influentes no seio das startups e investimento tecnológico que, veem em Portugal um enorme potencial de fixação para estas empresas, contribuindo assim, para a emancipação do país como um player de relevo internacional e consequentemente para o crescimento económico do país.

Consulte aqui a fonte.

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