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12 de Outubro 2022

Pedro Silva Baptista: A receita para o sucesso é multivariável

AICEP

Durante a Conferência Exportar Online, a Revista Portugalglobal abordou players do e-commerce em Portugal. Pedro Silva Baptista, CEO e Founder da plataforma Portugal Nosso, revelou a história e propósito do website e fatores a ter em conta ao investir numa estratégia de e-commerce.

Pode fazer uma breve descrição da vossa atividade e indicar os principais mercados de exportação?

O Portugal Nosso possui dois ramos de negócio. Nasceu em 2019 como uma plataforma digital (ou uma loja online) que congrega um grande número de pequenos produtores e de produtos nacionais de nicho. O nosso propósito sempre foi o de preencher uma lacuna de mercado, disponibilizando, num único local e à distância de um clique, produtos para o dia--a-dia (supermercado online), para momentos especiais ou para presentear. Portanto, em suma, esta é a dimensão B2C, que tem sido apelidada pela crítica especializada como a “Amazon da Saudade”.

A segunda dimensão de negócio está virada para o B2B com representação, distribuição e exportação de produtos de marcas selecionadas (vinhos, azeite, espirituosas e licorosas, queijos e, entre outros, conservas). Por exemplo, no mercado nacional visamos e fornecemos restaurantes, bares e hotéis e ainda cabazes às empresas. Relativamente à exportação, os dados consolidados demonstram que a Suíça é atualmente o principal mercado, seguido dos Estados Unidos da América a União Europeia segue em terceiro lugar.

Na conferência ficou clara a ideia de que o cliente procura uma experiência de compra e não somente o "produto" em si. Concorda?

Sim, concordo. Temos de ter uma visão holística sobre as pessoas, o mundo que nos rodeia e as necessidades de cada um. Vivemos num mundo de hiperatividade. Pelo que, com toda a lógica, os consumidores procuram algo que lhes vai adicionar algo mais, um je ne sais quoi. Ou seja, por exemplo, alguém que compra um vinho do nosso portefólio, quer um bem consumível. Mas não podemos descurar a parte emocional, pois quer o vinho e/ou o produto que lhe permite um momento de brilharete, de partilha. Um momento de puro desfrute, neste mundo de hiperatividade (a que faço referência atrás). E aqui entra o packaging, design, storytelling, o fator de identidade e de pertença por serem todos referências nacionais.

No cômputo geral, produtos e uma experiência de compra, em si, que acrescentam algo mais ao consumidor, nos mais variados elementos que caracterizam a dimensão organolética.

Leia a entrevista na íntegra.

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