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14 de Maio 2021

O impacto do Brexit no Turismo português

AICEP

Multimercado
Turismo

O mercado do Reino Unido tem, ao longo de anos, ocupado sempre posições cimeiras no ranking dos 10 principais mercados emissores de turistas, seja nos indicadores referentes a hóspedes, dormidas ou receitas. A atual conjuntura teve consequências diretas nessa realidade, mas no Turismo de Portugal acreditamos que o nosso país continuará a ser um destino de eleição para os turistas britânicos.

Em 2019 foi o primeiro mercado em receitas, o primeiro em dormidas e o segundo em hóspedes, logo atrás de Espanha. E, em 2020, apesar de todos os condicionalismos e vicissitudes, o Reino Unido posicionou-se em primeiro lugar no que se refere a dormidas (16,3 por cento), em terceiro no número de hóspedes (11,5 por cento) e em segundo quanto a receitas turísticas.

Face a 2019, e tendo em conta a conjuntura de confinamento geral, os indicadores sofreram, naturalmente, um acentuado decréscimo: nos hóspedes (menos 80,2 por cento), nas dormidas (menos 81,9 por cento) e nas receitas (menos 63,0 por cento). Estes números são particularmente relevantes se se levar em conta o facto de que, em fevereiro de 2020, o Reino Unido apresentava já índices de crescimento deveras significativos para esse ano: mais 5,5 por cento em hóspedes, mais 3,2 por cento em dormidas e mais 7,7 por cento em receita (YoY fevereiro 2020).

Estes resultados indiciam, sem margem para dúvida, a importância que este mercado detém no contexto económico do turismo nacional.

Leia o artigo na íntegra na Revista Portugalglobal.

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