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08 de Fevereiro 2024

Empresas deviam ter uma pessoa ligada à inteligência artificial

AICEP

Há alguns anos a inteligência artificial era associada a tarefas como jogar xadrez ou conduzir carros, mas a linguagem generativa e a análise de gigantescas quantidades de dados tornaram-se protagonistas. Manuela Veloso, professora emérita de Ciência da Computação da Carnegie Mellon University e responsável da unidade de investigação em inteligência artificial do banco JP Morgan, diz que o principal desafio para as empresas é entenderem como podem beneficiar. “Todas deveriam ter, pelo menos, uma pessoa dedicada à inteligência artificial”.

Formou-se no Instituto Superior Técnico, mas pouco depois foi para os Estados Unidos estudar automação e computação. Como é que surgiu esse interesse pelas áreas da robótica e da inteligência artificial?

Eu sempre gostei muito de matemática e, no fundo, isso levou-me a ser aluna do Instituto Superior Técnico como engenheira eletrotécnica, também por influência do meu pai, que é engenheiro mecânico. Fiz uma tese de mestrado no Técnico, no princípio dos anos 80, em colaboração com uma empresa de produção de frigoríficos e arcas. A tarefa era automatizar a operação daquela empresa e esse foi o meu primeiro contacto com o que seria a inteligência artificial aplicada. Percebi que os computadores, no fundo, podiam ser uma grande ajuda para as tarefas repetitivas.

Que impacto é que as novas capacidades da IA vão ter nas empresas e quais os principais desafios?

As empresas têm uma quantidade gigantes a de informação, que é texto. Os contratos, a informação sobre os produtos. No fundo, há muita informação, e o ChatGPT, em par ticular, pode processar toda esta informação verbal, sumarizando, gerando e interpretando documentos. Responde à pergunta “como é que eu escrevo uma carta para o cliente?”. Compara documentos. Até se pode pedir ao ChatGPT para escrever código.

Leia a entrevista completa.

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