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23 de Novembro 2022

Contributos para uma Política Pública de Marca Portugal

O tema das marcas dos países, regiões, cidades e, até, de ruas, está na ordem do dia. Mas a questão remonta a 1848 e a medidas de atratividade para a corrida ao ouro na Califórnia, que resultaram no próspero desenvolvimento daquele estado.

Para Portugal ter uma Marca não pode perpetuar medidas públicas dispersas e ações privadas avulsas, independentemente do mérito de cada iniciativa. É necessária uma política pública de Marca Portugal que permita articular esforços, alinhando-os com uma visão de inovação compartilhada e transformando um conceito abstrato de marca(s do) país num crescimento socioeconómico efetivo e sustentável. Por isso, importa responder a duas questões: 1) O que é uma política pública de Marca Portugal e para que serve; 2) Como, e com quem, se desenha, implementa e atualiza essa política.

O que é uma política pública de Marca Portugal e para que serve?

Num livro que lancei em 2020 propus a seguinte definição: política transversal (às diversas áreas de intervenção governamental), simbólica (porque representa o país) e instrumental (pois materializa-se em medidas concretas) que define a identidade e as vantagens competitivas do país, promovendo uma narrativa e uma imagem consensualizadas (entre os agentes públicos e privados), que distinguem o país dos concorrentes no mercado global, visando, através dessa diferenciação, captar mais-valias geradoras de progresso socioeconómico – como o aumento de exportações, a captação de investimento estrangeiro (capitais, indústria e serviços), a atração de imigração qualificada (profissionais e estudantes), o crescimento do turismo qualificado (incluindo residencial), a melhoria da imagem nos media internacionais e nas redes sociais, o alargamento da influência na diplomacia internacional e em organismos supranacionais – funcionando simultaneamente, no plano interno e na diáspora, como mecanismo de agregação de interesses, reforço da autoestima e de mobilização coletiva.

Leia o artigo na íntegra.

POR DENISE HENRIQUES QUINTELA, DOUTORADA EM POLÍTICAS PÚBLICAS/ MARCA PORTUGAL E INVESTIGADORA NO ISCTE-IUL E NO ICNOVA

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